domingo, 1 de abril de 2018
sexta-feira, 30 de março de 2018
POESIAS ACREANAS - Nazareno Lima 2018
COISAS... janeiro de 2018
Nazareno Lima
De Tantas coisas que nos entristecem...
Inquietudes e falta de paz...
Algo que já não suportamos mais
No dia-a-dia que nos desfalecem!
A opressão que o País nos traz,
Que tantos povos humildes não merecem:
A inflação que os Capitais nos tecem
E as injustiças que a justiça faz!
Vivemos hoje a Política dos defeitos...
E o Estado Democrático de Direitos
É uma coisa que não aconteceu...
E mergulhamos num real abismo,
Impulsionados por um Coronelismo,
Que no Brasil jamais alguém venceu!
Prof. Nazareno Lima em 2015
Nazareno Lima
De Tantas coisas que nos entristecem...
Inquietudes e falta de paz...
Algo que já não suportamos mais
No dia-a-dia que nos desfalecem!
A opressão que o País nos traz,
Que tantos povos humildes não merecem:
A inflação que os Capitais nos tecem
E as injustiças que a justiça faz!
Vivemos hoje a Política dos defeitos...
E o Estado Democrático de Direitos
É uma coisa que não aconteceu...
E mergulhamos num real abismo,
Impulsionados por um Coronelismo,
Que no Brasil jamais alguém venceu!
POESIAS ACREANAS - Nazareno Lima - 2014
DECEPÇÕES - 21-10-2015
Nazareno Lima
Atribulados por maus pensadores
Que causam dores e disritmia;
Que dia a dia, ao invés de flores,
Nos mostram as cores da hipocrisia!
Nas dinastias de tais opressores,
Cujos olores semeiam a razia
Das tropelias... dos exploradores
Pirateadores da psicologia!
E na alma destes monstros dos disfarces,
Burlam até Freud, em seus enlaces
Na mais perfeita das atuações...
E depois de saciados os seus anseios,
Respiram o seu sadismo em devaneios,
Nos provando as reais decepções!
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quinta-feira, 29 de março de 2018
POESIAS ACREANAS - Nazareno Lima - 2014
AQUELA SOMBRA - 05-02-2014
Nazareno Lima
Parte - I -
Aquela Sombra tristonha
Que eu falei naquele dia...
Sem saber, eu me envolvia...
Na pior das relações!
Tristezas e Emoções,
Acompanharam-me a alma,
Tive que criar a calma,
Para vencer a batalha!
A filha dos desencontros:
A Sombra que encontrei;
Mil vezes lhe perdoei,
Mas foi pouco até demais!
Com a alma dolorida,
Dos traumas que lhe causaram,
Seus homens só lhe enganaram
E os parentes lhe culpavam!
Para não lhe machucar
Mais do que já tinha sido:
Tornei-me enfim seu marido,
Para dizer que lhe amei!
quarta-feira, 28 de março de 2018
POESIAS ACREANAS - Nazareno Lima - 2014
A Sombra - 18/01/201
Nazareno Lima
Como uma Sombra, eu te conhecia...
Não percebia e nem podia crer
Que um certo dia, sem eu perceber,
Me dominasse por Telepatia!
Meu ser inerme, não se defendia
Só atraía um vil padecer:
Meu magro corpo a se estremecer
Convalescia dessa Hipotermia!
Mas essa Sombra que fingia mau,
Criava um efeito colateral,
Incentivando minhas idoneidades ...
Amando enfim a essa Sombra-mulher,
Ganhei forças, coragem, fé
E alguns momentos de felicidades!
¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
sexta-feira, 23 de março de 2018
POESIAS ACREANAS - Nazareno Lima - 2016
TUA LEMBRANÇA – 02 - 2016
Nazareno
Lima
Que seja viva a tua lembrança,
Na esperança desses meus sentidos...Anos vividos de perseverança,
Como a bonança aos bem-sucedidos!
Compreensiva e sem querer vingança
E nem entrança, se não for cumpridosEsses pedidos, minha alma mansa
Certa, se lança aos agradecidos!
Essa lembrança, é como remissão,
Serás presença na minha oraçãoQue dia a dia faz o meu viver...
Como a herança mais proselitista
É a riqueza de um pobre artistaQue tal batalha não pode vencer!
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segunda-feira, 5 de março de 2018
POESIAS ACREANAS - Nazareno Lima e Chico Mendes - 1982
SOLILÓQUIO Á MINHA MÃE - Parte I
Nazareno Lima e ChicoMendes
Não
sente o homem, a dor no coração,
Quando
com o ferro, da árvore fere a casca?É impossível analisar esta grande vasca,
Que sente a mesma na sua destruição!
Perlustrando
o cinério cinerário,
Lembro
a cremação de humanos corposQue o fogo queima, depois de mortos,
Após a celebração de um funerário!
Estes
seres, ó Mãe, não são ascetas;
Teu
fim é transformar-se em hulha...E eu, sem poder ouvir a arrulha...
Sinto a angústia de todos os poetas!
Dos
nossos inimigos, vejo os liames;
Assim como das árvores, vejo a laca!A caça é substituída pela vaca
E o capim substitui os enxames!
Existem
tantos mártires ó minha querida:
Cujos
números ninguém até hoje sabe!Estas causas no meu ego já não cabe...
Enquanto tudo vai perdendo a vida!
Todos
temem esta razia ...
Rios,
pássaros, árvores e serpentes;Vítimas dos destruidores das sementes
Que ante a devastação não se cria!
Já cansei de ouvir as vozes do ludíbrio,
Desvalorizando nossa existência ...
Ignorando o valor de nossa essência
E ordenando destruir ao equilíbrio!
Ouço
ao invés do rosnado, o trotar...
Vejo
gramíneas no lugar de trepadeiras,Imensas cercas que cruzam ribanceiras
E o mugido substituindo o silvar!
escreveram este texto no auge da devastação das
florestas do Acre e da perseguição àqueles que
defendiam os seringueiros acreanos em 1982.
Apoiados pelo grande missionário Cláudio Avallone
e pelo intelectual Nilson Mourão além de outros
chamaram, aqueles críticos da grande invasão
às terras acreanas de Mãe a própria Floresta..
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